1ª Intervenção da Assembleia de Freguesia de Molelos

Na assembleia de freguesia de Molelos, do dia 20 Dezembro de 2014 iniciei a minha 1º intervenção abordando os mais recentes acontecimentos políticos a nível nacional. Até a data ainda não tinha expressado a minha opinião sobre os mais recentes acontecimentos, nomeadamente a prisão do Ex-ministro José Sócrates e sobre o governo de Pedro Passos Coelho.


Fica o registo!

"Apesar do que dizem por aí que este ano há Natal! 


O Espírito Santo faliu, o José está preso e o Jesus foi eliminado…

Independentemente das ideologias politicas que abraçamos gostaria de desejar um Santo Natal e um ano de 2015 repleto de sucessos a todos os presentes.

Gostaria também de subscrever todos os votos apresentados anteriormente pelos demais membros da assembleia de freguesia. 

Em terceiro lugar gostaria de agradecer, mais uma vez, o contributo do sr. Luis Figueiredo para a redacção final da ata da última assembleia de freguesia. 

Somente assim, com a colaboração de todos é possível acreditar na justiça, na igualdade, na imparcialidade, na cidadania e na liberdade- características estas indispensáveis para desenvolver qualquer actividade política. 

A nível nacional – penso- que todos concordamos que não possuímos as melhores referencias. 

Já dizia Barra da Costa em 2008, “Portugal é hoje um paraíso criminal onde alguns inocentes imbecis se levantam para ir trabalhar, recebendo por isso dinheiro que depois lhe é roubado pelos criminosos e ajudam a pagar ordenados aos iluminados que bolsam certas leis. “

Não me canso de dizer que fomos governados durante muitos anos por uma cambada de canalhas inteligentes e inúteis que gozaram com a justiça e com quem os elegeu. Critico ferozmente a incompetência de quem nos governou nos últimos 30 anos, com especial incidência do governo do Partido Socialista liderado pelo Engº José Sócrates que teve como solução para o País pedir 78 mil milhões de euros para os portugueses pagarem. 

Enriqueceram, esbanjaram, ofereceram, deram, consentiram e comprometeram o futuro da minha geração! Confesso que me faltam adjectivos para caracterizar esta gente. 

A amnésia é o caminho mais directo para voltar à irresponsabilidade! 

Hoje assistimos à critica-fácil, ao ataque grosseiro e à política rasteira contra o governo liderado por Pedro Passos Coelho. Mas esteve governo do PSD, vai ficar na história de Portugal, por mais uma vez nos resgatar da bancarrota depois de sermos governados pelo Partido Socialista.

Poucos são aqueles que se atrevem a defendem publicamente o trabalho que este governo fez em Portugal nos últimos dois/três anos. Apesar de não concordar com parte dos sacrifícios sectoriais, existem pontos positivos que não devem envergonhar os sociais democratas.

Vergonha é roubar! Vergonha é ir estudar à nossa conta para Paris ou ir de férias para Évora por tempo indeterminado! 

Este governo iniciou uma reforma estrutural na justiça.

Hoje temos exemplos que a justiça não é só para alguns. Duarte lima, Maria de Lurdes Rodrigues, Armando Vara, José Socrates, Ricardo Salgado, Oliveira e Costa e outros entendem perfeitamente o que vos digo. Provavelmente Paulo Portas, Marques Mendes, Paulo Campos e outros também me irão entende brevemente…

Por outro lado os dados revelados pelo INE no passado dia 11 de Dezembro, apresentam vários indicadores positivos para a economia portuguesa, nomeadamente:

1) Desde logo as exportações atingiram, em Outubro, o valor absoluto mais elevado de sempre, com um crescimento homologo de quase 10%.

2) As empresas portuguesas estão a conseguir fortemente exportar para fora da Europa nomeadamente para os Estados Unidos, China e Angola. 

3) Quanto a importações registou-se também a maior subida desde Março de 2011. 

Quanto ao emprego, no terceiro semestre de 2014 registou-se um crescimento de 1,4 pontos percentuais, alcançando os níveis de desemprego de Março de 2011. Trata-se de 20 meses consecutivos onde a taxa de desemprego está sempre a descer.

Com o novo quadro comunitário prevê-se a retoma da construção e o aparecimento natural de novos postos de trabalho. 

Estes indicadores valem o que valem, mas são sinais da recuperação lenta da economia portuguesa e da recuperação da qualidade de vida dos portugueses."