Ao longo de muitos anos cultivei o interesse em realizar uma peregrinação de Molelos até ao Santuário de Fátima. Por diversos motivos só foi possível concretizar esta intensão no início do mês de Outubro de 2013.
Além do desafio físico e emocional possuía fortes motivações pessoais para chegar até ao santuário de Fátima. Se por um lado existem pessoas que efetuam esta “caminhada” para agradecer os anseios alcançados, outros procuram a esperança e a força para ultrapassar os momentos menos bons que enfrentam. Presenciei relatos de grande esperança, gratidão, agradecimento e muita fé.
Partiram de Tondela no dia 9 de outubro (quarta-feira) oito peregrinos apoiados pela Associação de Peregrinos de Nandufe.
1º Dia – Molelos – Penacova (aproximadamente 45 km) - Molelos – Tondela – Santa Comba Dão – Vimieiro – Rojão Grande – Almaça – Oliveira do Mondego – Raiva – Livraria do Mondego – Penacova
O primeiro dia ficou marcado pelo entusiasmo de rumar até Fátima. Depois do almoço antes de Almaça, começaram a aparecer os primeiros sinais de fadiga entre os elementos do grupo. A entreajuda e companheirismo foram fundamentais para concluir esta etapa.

A passagem pela Livraria do Mondego é provavelmente um dos melhores cenários naturais que atravessamos. A chegada ao parque de campismo de Penacova ficou registada pelo cansaço físico e algumas dores musculares.
Depois do jantar e tratar as “bolhas” ainda existiu um pequeno momento de convívio proporcionado pelo Cláudio e a Eunice para satisfação de todos os presentes.
2º Dia – Penacova – Condeixa-a-Nova (aproximadamente 35 km) - Penacova – Casal da Misarela - Torres de Mondego – Coimbra (Ponte Europa) – Cernache - Condeixa-a-Nova
O início do segundo dia foi bastante duro. O percurso de Penacova a Coimbra acompanhando o leito do rio Mondego foi bastante doloroso. Optei por fazer este percurso sozinho com um ritmo elevado para contrariar as dores musculares.
Foi então que conheci a Ti Cacilda! Abordo-me e ofereceu um copo de água, um creme para os pés e dois pensos exogénicos (um para cada pé) que me acompanharam até Fátima. Obrigada Ti Cacilda!
Depois do almoço, à entrada de Coimbra, seguimos em direção à ponte da Europa e posteriormente em direção a Condeixa. Este foi o percurso onde o calor mais se fez sentir. Começamos a avistar outros peregrinos e a sentir o vento dos camiões que se cruzavam connosco no IC2.
No final da etapa acentuou-se a fadiga física. A chegada a Condeixa-a-Nova foi dura mas bastante enriquecedora. Desta vez optei por andar na retaguarda do grupo para ajudar quem mais necessitava.

Pelo caminho ainda conhecemos um grupo de peregrinos de Viseu que procuravam dormida e acabaram por jantar e dormir junto ao nosso grupo. Depois de provar a jeropiga, e antes de nos deitar tivemos mais um momento de convívio ao som do acordéon do cláudio e da extraordinária voz de um elemento pertencente a outro grupo!
Todos apreciaram apesar do cansaço!
Além do desafio físico e emocional possuía fortes motivações pessoais para chegar até ao santuário de Fátima. Se por um lado existem pessoas que efetuam esta “caminhada” para agradecer os anseios alcançados, outros procuram a esperança e a força para ultrapassar os momentos menos bons que enfrentam. Presenciei relatos de grande esperança, gratidão, agradecimento e muita fé.
Partiram de Tondela no dia 9 de outubro (quarta-feira) oito peregrinos apoiados pela Associação de Peregrinos de Nandufe.
1º Dia – Molelos – Penacova (aproximadamente 45 km) - Molelos – Tondela – Santa Comba Dão – Vimieiro – Rojão Grande – Almaça – Oliveira do Mondego – Raiva – Livraria do Mondego – Penacova
O primeiro dia ficou marcado pelo entusiasmo de rumar até Fátima. Depois do almoço antes de Almaça, começaram a aparecer os primeiros sinais de fadiga entre os elementos do grupo. A entreajuda e companheirismo foram fundamentais para concluir esta etapa.

A passagem pela Livraria do Mondego é provavelmente um dos melhores cenários naturais que atravessamos. A chegada ao parque de campismo de Penacova ficou registada pelo cansaço físico e algumas dores musculares.
Depois do jantar e tratar as “bolhas” ainda existiu um pequeno momento de convívio proporcionado pelo Cláudio e a Eunice para satisfação de todos os presentes.
2º Dia – Penacova – Condeixa-a-Nova (aproximadamente 35 km) - Penacova – Casal da Misarela - Torres de Mondego – Coimbra (Ponte Europa) – Cernache - Condeixa-a-Nova
O início do segundo dia foi bastante duro. O percurso de Penacova a Coimbra acompanhando o leito do rio Mondego foi bastante doloroso. Optei por fazer este percurso sozinho com um ritmo elevado para contrariar as dores musculares. Foi então que conheci a Ti Cacilda! Abordo-me e ofereceu um copo de água, um creme para os pés e dois pensos exogénicos (um para cada pé) que me acompanharam até Fátima. Obrigada Ti Cacilda!
Depois do almoço, à entrada de Coimbra, seguimos em direção à ponte da Europa e posteriormente em direção a Condeixa. Este foi o percurso onde o calor mais se fez sentir. Começamos a avistar outros peregrinos e a sentir o vento dos camiões que se cruzavam connosco no IC2.
No final da etapa acentuou-se a fadiga física. A chegada a Condeixa-a-Nova foi dura mas bastante enriquecedora. Desta vez optei por andar na retaguarda do grupo para ajudar quem mais necessitava.

Pelo caminho ainda conhecemos um grupo de peregrinos de Viseu que procuravam dormida e acabaram por jantar e dormir junto ao nosso grupo. Depois de provar a jeropiga, e antes de nos deitar tivemos mais um momento de convívio ao som do acordéon do cláudio e da extraordinária voz de um elemento pertencente a outro grupo!
Todos apreciaram apesar do cansaço!
3º Dia – Condeixa-a-Nova – Colmeias (aproximadamente 50 km) - Condeixa – Arrifana – Redinha – Pombal – Barracão – Colmeias
O terceiro dia ficou caracterizado pela etapa mais longa. Fisicamente senti-me muito bem. O início da caminhada ficou marcado pela escuridão e o convívio com os camiões que insistiam em não abrandar. Bermas aperdadas e muito trânsito condicionavam o andamento do grupo. Depois de uma paragem para comer uma bifana percorremos as retas existentes até Pombal onde almoçamos.

Foi então que conhecemos um jovem francês que vinha a pé da sua terra natal, tendo já passado por Santiago de Compostela e seguia para Fátima. No final do almoço paramos nas tendas de apoio ao peregrino onde recebemos uma lavagem aos pés e umas massagens que aliviaram a fadiga da viagem.
Excelente serviço que prestam estes Homens e Mulheres de forma voluntaria. Ao fim da tarde tive que abandonar os meus colegas de viagem para regressar a Molelos para tomar posse enquanto elemento da Assembleia de Freguesia de Molelos. Ao final da noite regressei às Colmeias para descansar e continuar a peregrinação até ao santuário de Fátima.
4º Dia – Colmeias – Santuário de Fátima (aproximadamente 25 km) - Colmeias – Caranguejeira – Santa Catarina - Santuário de Fátima
O quarto dia começou mais cedo para mim! Depois do descanso de 3 horas tive que fazer a distância em atraso por me ter ausentado no dia anterior. Mais uma vez optei por acompanhar que mais necessitava.

Esta etapa fica assinalada pelo encontro de muitos peregrinos oriundos de diferentes pontos do País (zona norte). Destaco a simpática D. Fernanda com 77 anos, de Aveiro, que percorre esta estrada pela 53ª vez até Fátima. Uma boa disposição fantástica. Uma condição física invejável!
A subida de Santa Catarina é bastante acentuada. Foi agradável percorrer este percurso incentivando quem mais precisava. Avistou-se a Cruz Alta e Fátima estava perto. Confesso que os dois últimos quilómetros até a rotunda dos três Pastorinhos foram muito desgastantes fisicamente.
Mas estava cumprido o desafio! Finalmente estávamos em Fátima. A maioria dos elementos que integravam o grupo optou para ficar para a Procissão das Velas (dia 12 à noite) e para o Adeus à nossa Senhora de Fátima (dia 13 à noite).

Não poderia acabar sem deixar uma palavra de agradecimento aos elementos da direção da Associação de Peregrinos de Nandufe e às pessoas que foram ajudar. Tive o prazer de conhecer um conjunto de pessoas extraordinárias. Mulheres e homens que prestaram um serviço de exemplar. Ficarei para sempre agradecido como foi tratado!
Foi experiencia bastante enriquecedora enquanto Homem que certamente será para repetir oportunamente!
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Excelente serviço que prestam estes Homens e Mulheres de forma voluntaria. Ao fim da tarde tive que abandonar os meus colegas de viagem para regressar a Molelos para tomar posse enquanto elemento da Assembleia de Freguesia de Molelos. Ao final da noite regressei às Colmeias para descansar e continuar a peregrinação até ao santuário de Fátima.
4º Dia – Colmeias – Santuário de Fátima (aproximadamente 25 km) - Colmeias – Caranguejeira – Santa Catarina - Santuário de Fátima
O quarto dia começou mais cedo para mim! Depois do descanso de 3 horas tive que fazer a distância em atraso por me ter ausentado no dia anterior. Mais uma vez optei por acompanhar que mais necessitava.

Esta etapa fica assinalada pelo encontro de muitos peregrinos oriundos de diferentes pontos do País (zona norte). Destaco a simpática D. Fernanda com 77 anos, de Aveiro, que percorre esta estrada pela 53ª vez até Fátima. Uma boa disposição fantástica. Uma condição física invejável!
A subida de Santa Catarina é bastante acentuada. Foi agradável percorrer este percurso incentivando quem mais precisava. Avistou-se a Cruz Alta e Fátima estava perto. Confesso que os dois últimos quilómetros até a rotunda dos três Pastorinhos foram muito desgastantes fisicamente.
Mas estava cumprido o desafio! Finalmente estávamos em Fátima. A maioria dos elementos que integravam o grupo optou para ficar para a Procissão das Velas (dia 12 à noite) e para o Adeus à nossa Senhora de Fátima (dia 13 à noite).

Não poderia acabar sem deixar uma palavra de agradecimento aos elementos da direção da Associação de Peregrinos de Nandufe e às pessoas que foram ajudar. Tive o prazer de conhecer um conjunto de pessoas extraordinárias. Mulheres e homens que prestaram um serviço de exemplar. Ficarei para sempre agradecido como foi tratado!
Foi experiencia bastante enriquecedora enquanto Homem que certamente será para repetir oportunamente!
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